Na noite de ontem, 17, foi realizada  Assembleia Unificada Simultânea no Centro de Convivência do Campus Carreiros da Universidade Federal do Rio Grande – FURG, com a participação dos campi de Santo Antônio da Patrulha, São Lourenço do Sul e Santa Vitória do Palmar através de plataformas virtuais.

A assembleia reuniu a AproFurg, AptaFurg, APG, Sinterg, estudantes da universidade e movimentos estudantis como DCE, UNE e Kizomba. O objetivo do encontro com diversas entidades sindicais foi deliberar sobre a importância da mobilização de docentes, estudantes e comunidade em geral para os atos em defesa dos investimentos em educação, que serão realizados nesta terça-feira, 18.

A partir das 14h, a comunidade acadêmica se concentrará no Largo Dr. Pio em defesa da valorização da educação pública, contra o confisco de verbas e o corte no orçamento das instituições. Para além disso, de acordo com a presidenta da AproFurg, Marcia Umpierre, é necessário conscientizar a população da importância da educação, das universidades e instituições públicas para o futuro do país. Após o ato no Largo Dr. Pio, será realizada uma caminhada pelo centro de Rio Grande, às 18h.

O dia 18 de outubro ficará marcado como o Dia Nacional de Luta Contra os Cortes na Educação. Sindicatos, estudantes, educadores, comunidade acadêmica e trabalhadores de todo o Brasil irão às ruas em defesa da educação pública, gratuita e de qualidade, denunciando o confisco de verbas e cortes orçamentários anunciados pelo Ministério da Educação (MEC).

 Texto e foto: Nicole Soares Corrêa

A última terça-feira, 18, ficou marcada como o Dia Nacional de Luta Contra o Confisco das Verbas da Educação. Atos contrários aos cortes nos orçamentos das universidades públicas e institutos federais foram realizados por todo o Brasil. Em Rio Grande a concentração ocorreu ao longo da tarde, no Largo Dr. Pio.

Convocado pela AproFurg, AptaFurg, APG, Sinterg, entre outras entidades, o ato reuniu o movimento sindical, movimentos estudantis, comunidade acadêmica, trabalhadores e comunidade em geral em uma manifestação pacífica em defesa da educação. Os recentes cortes orçamentários nos recursos previstos para a educação pública, bem como o confisco de verbas anunciado pelo Governo Federal, motivaram a mobilização que reiterava a importância da valorização e dos investimentos em educação pública. Além disso, o movimento também reivindicava a urgência e necessidade da troca de governo.

De acordo com a Presidenta da AproFurg, Marcia Umpierre, a mudança ocorre com a mobilização dos movimentos estudantis e sindicais. “Mais uma vez a história mostra que é através da luta que derrubamos muitas barreiras. Foi assim na ditadura militar e vai ser assim que venceremos esta batalha. Estamos aqui hoje para defender a FURG e os Institutos Federais. Este governo vem atacando os nossos orçamentos ao longo de quatro anos. A FURG é um patrimônio da nossa cidade e é nosso dever defendê-la. Continuaremos mobilizados nas ruas e a nossa vitória será dia 30, nas urnas”, declarou.

Após a fala de demais entidades sindicais e movimentos estudantis, que explanaram sobre a importância das mobilizações, da defesa da educação pública, gratuita e de qualidade, os manifestantes seguiram em uma grande caminhada pelas ruas do centro de Rio Grande. De forma pacífica, o ato marcou a insatisfação com os cortes orçamentários anunciados pelo governo, no que tange a educação pública.

Texto e foto: Nicole Soares Corrêa

A Aprofurg - Seção Sindical do ANDES-SN vai promover nos próximos dias 4 e 5 de novembro, o seminário “Conhecendo o ANDES-SN e sua relação com o CSP-Conlutas”. O evento vai acontecer na sede do sindicato, campus carreiros da FURG e contará com transmissão online para os sindicalizados e sindicalizadas dos campi regionais.

A programação inicia na sexta-feira, dia 4 de novembro, às 19h, com a mesa de abertura do evento. Logo após, o convidado será o professor da UESC e terceiro secretário do ANDES-SN, Luiz Henrique dos Santos Blume, que vai dialogar sobre o histórico do Sindicato Nacional e os processos de saída da CUT e a constituição da CSP-Conlutas.

Já no sábado, dia 5 de novembro, a partir das 9h, uma mesa terá os(as) representantes dos principais coletivos do ANDES-SN, contando com a presença do(as) professores(as) André Martins (Sindoif), André Rodrigues Guimarães (Sindufap),  Erika Suruagy  (Aduferpe) e Caroline Lima (Aduneb).




INSCRIÇÕES

As inscrições podem ser feitas até o dia 2 de novembro, através do link https://tinyurl.com/semicspcon

A Aprofurg - Seção Sindical do ANDES-SN realizou nos dias 18 e 19 de outubro, a eleição para a sua nova diretoria biênio 2022-2024. Esta é a segunda eleição realizada desde o início da pandemia. Diferentemente do outro pleito, que aconteceu de forma digital, este ano a votação foi presencial nos três campi regionais, Santo Antônio da Patrulha, São Lourenço do Sul e Santa Vitória do Palmar, além do campus carreiros, hospital universitário e IFRS - Campus Rio Grande. 

O escrutínio foi realizado na tarde de hoje, dia 20 de outubro, pelos integrantes da comissão eleitoral, Anne Pinheiro Leal, Eder Dion de Paula Costa e Rodolfo Carapelli. Por ampla maioria, a chapa "Democracia em Movimento", que tem como presidenta, a professora Marcia Umpierre (ICEAC), e vice-presidente, o professor do IFRS - campus Rio Grande, Gustavo Borba de Miranda foi eleita com 97,4% dos votos válidos, somando 75 votos. A votação também teve 1 voto em branco e 1 voto nulo. O total de votos da eleição foi de 77.

A Assembleia para a posse da nova diretoria está programada para ocorrer no dia 4 de novembro, na sede da Aprofurg - Seção Sindical do ANDES.

Veja como ficou a nova diretoria da APROFURG - Seção Sindical do ANDES-SN para o biênio 2022-2024, composta por cinco mulheres e cinco homens:

Presidenta: Marcia Borges Umpierre – ICEAC – Campus SLS

Vice-Presidente: Gustavo Borba de Miranda – IFRS

1ª Secretária: Angélica Conceição Dias Miranda - ICHI

2º Secretário: César André Luiz Beras – ICHI – Campus SVP

1ª Tesoureira: Magda de Abreu Vicente – IE/FURG

2º Tesoureiro: Cristiano Ruiz Engelke – ICHI/FURG

1º Suplente: Felipe Amaral Borges – ICEAC – Campus SAP

2º Suplente: Dardo Lorenzo Bornia Junior – IFRS

3ª Suplente: Angelita Fialho Silveira – IFRS

4ª Suplente: Rita Patta Rache – ILA 

 

Na última quinta-feira, dia 27 de outubro, o campus Rio Grande do IFRS recebeu a visita do reitor Júlio Xandro Heck. Na oportunidade, os servidores e as servidoras puderam conversar e tirar algumas dúvidas com o gestor, além de manifestar os anseios após o retorno das atividades presenciais neste ano.

O reitor destacou na sua fala a importância dessas visitas aos campi do IFRS, como forma de tornar a gestão mais próxima. “Retomamos essas visitas no período pós-pandemia para voltarmos a ter um contato mais direto com nossos servidores, para não sermos uma gestão de um lado só, afastada da base que são nossos estudantes. Precisamos acompanhar a realidade de cada campus”, disse.

Em uma entrevista exclusiva para a equipe da Aprofurg - Seção Sindical do ANDES-SN, o reitor manifestou a sua preocupação orçamentária para o ano que vem e as dificuldades enfrentadas em 2022, ano em que as atividades presenciais retornaram em fevereiro. “O nosso orçamento de 2022 é igual ao de 2012, isso sem contar a inflação. Em 2023, o orçamento será 8% menor que o deste ano. Estamos com todos os 17 campi abertos e funcionando, mas não da forma ideal”, explicou Heck.

Sobre o início do ano letivo do ano que vem, o reitor foi categórico ao salientar sua preocupação com os impactos orçamentários. “Vai começar em março, com toda a certeza, mas agora pode terminar em outubro, pode terminar em novembro. Eu estaria sendo desonesto se eu garantisse que vamos conseguir terminar o ano que vem. O orçamento está muito defasado”, disse.

Ainda de acordo com o Heck, o ano de 2023 será de manutenção. A divisão é feita por manutenção, consolidação e expansão. Segundo ele, a fase que o IFRS deveria estar vivendo seria a de consolidação, como por exemplo completar as unidades que não estão funcionando a pleno com técnicos, professores e estrutura. “Estamos no nível de manutenção de atividades, pagar contas básicas, fazer os projetos que são possíveis. Não conseguimos consolidar o que precisa e muito menos pensar em expansão. Estamos funcionando de forma precária”, finalizou.




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