NOTA DA DIRETORIA DA APROFURG EM APOIO ÀS PROFESSORAS E AOS PROFESSORES

MUNICIPAIS DO RIO GRANDE



Mesmo com todos os índices desfavoráveis ao retorno presencial - ou mesmo híbrido - das atividades escolares no Brasil, os governantes estão tensionando para o seu retorno imediato. Contudo, as escolas não estão preparadas para receber alunos e trabalhadores, seja pela falta de estrutura e de materiais de proteção, seja pela falta de pessoal que atenda às condições mínimas de segurança.

Como estratégia de pressão, os governantes estão colocando o retorno às atividades presenciais como responsabilidade de mães, pais e/ou responsáveis, afirmando que é preciso autorizar o retorno presencial de seus filhos às escolas nessas condições.

Nesse cenário marcado pela insuficiente atenção do Estado no cumprimento de suas obrigações de proteção à vida, diretores e diretoras de escolas do município de Rio Grande/RS foram desrespeitados pelo Secretário de Educação Municipal que impediu seu direito de voz em reunião conjunta.

Sendo assim, nos solidarizamos com os/as colegas da rede municipal de ensino de Rio Grande, e repudiamos toda e qualquer forma autoritária por parte dos gestores públicos. 

 

#VACINAparaTODOS

#semVACINAsalaVAZIA

#NãoaoPL5595



Diretoria da APROFURG – Seção Sindical do ANDES-SN

06 de maio de 2021




 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA GERAL ONLINE - 10/05 - 15h30min

 

Ficam os Docentes sindicalizados da Universidade Federal do Rio Grande - FURG e IFRS - Campus Rio Grande convocados para a Assembleia Geral a ser realizada no dia 10 de maio, segunda-feira, na plataforma google meet online, às 15h30min, em primeira convocação, e, 16h, em segunda convocação, com qualquer quorum.

 

PAUTA:

 

- Informes;

 

- Análise de conjuntura;

 

- Ensino Remoto;

 

- Análise do PL 5595/2020; 

 

- Paralisação Contra o PL 5595/2020 -  19 de maio;

 

- Eleição de delegado e observadores para a reunião de setor; 

 

- Assuntos Gerais;



obs: Para inscrição e participação na assembleia online, os sindicalizados e sindicalizadas devem enviar um e-mail manifestando o interesse para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até a próxima segunda-feira, dia 10 de maio, às 15h.

 

O link do google meet será enviado para o e-mail de todos e todas que se inscreverem na assembleia geral.

 

Rio Grande, 04 de maio de 2021.

Marcia Borges Umpierre

Presidenta

 

 

Seções Sindicais do Andes no RS lançam campanha unificada de luta em defesa da vida

 

O Brasil segue com escassez de vacina, falta de apoio ao trabalhador e desestímulo político ao isolamento social. Em meio ao pior momento da pandemia e ao desespero de famílias que precisam dar conta de trabalho doméstico, ensino à distância e redução salarial, a Reforma Administrativa ganha força no Legislativo, em mais uma jogada do Executivo para aniquilar os Serviços Públicos com a desculpa da falta de receitas. 

No alvo, sempre os mais fracos: trabalhadoras e trabalhadores que precisam expor-se diariamente ao risco de contaminação pela necessidade de garantir o pão de cada dia, em um contexto de insuficiência da resposta governamental às suas necessidades. Frente a isso, servidores e servidoras, mesmo em condições que só pioram, seguem firmes na luta para que a população tenha acesso à Saúde, à Educação, à Segurança, à Justiça e à Previdência. Graças a eles, mesmo que tardiamente, conseguimos produzir nacionalmente a vacina contra o novo coronavírus, criar tecnologias para suprir as necessidades de saúde do momento, atender às centenas de milhares de pessoas contaminadas e assistir às famílias despedaçadas pela doença. 

Por isso, as seções sindicais do ANDES-SN no Rio Grande do Sul, em sintonia com o Sindicato Nacional e outras entidades, estão lançando uma campanha unificada em defesa da vida, do serviço público e dos servidores e servidoras, que não podem ser responsabilizados pela incompetência e falta de vontade política dos governantes. 

A comunicação será contra o PL 5595/2020 – que classifica como serviços essenciais a educação básica e superior – , a Reforma Administrativa, as intervenções em universidades federais e o Ensino Remoto. As peças informativas serão mantidas no ar durante os meses de maio e junho.

 

Cartas marcadas

Estarmos na contramão da maioria dos países onde a crise da Covi-19 começa a ser reduzida desperta a atenção mundial pelo descaso com a pandemia, enquanto a política genocida ganha ainda mais força com projetos de sucateamento dos serviços públicos, cada vez mais abandonados e atacados pelos governos federal, estaduais e municipais. 

Mas a conta do governo de que o gasto nominal cresceu 145% em 12 anos é mentirosa: ao atualizarmos os valores pela inflação do período, chegamos a um gasto real constante – que, usando a proporção do PIB, inclusive teve queda de 4,54 para 4,34%. Além disso, o argumento de máquina inflada já foi desmentido diversas vezes: o Brasil tem cerca de 12% da sua população ocupada empregada no serviço público – sendo a maioria em áreas essenciais como saúde, educação e segurança –  enquanto a média dos países da OCDE chega a mais de 20%. 

As cartas estão marcadas e priorizam o capital. Se o governo ganhar esse jogo os resultados serão desastrosos: além de aumento nos custos à população, a corrupção aumentará, com o apadrinhamento no serviço público; soando-se ao risco de que muita gente perca o acesso a atendimentos essenciais. 

Para defender o direito da população – especialmente dos mais pobres –, precisamos unir todas as forças e virar este jogo. Participe da mobilização classista de 1º de maio! Apostar na luta é apostar na vida!

 

Programação

No virtual e presencial, diversas atividades serão promovidas neste sábado, de forma unificada e segmentada.  

A CSP-Consultas fará live às 11 horas, e o Fórum Sindical, Popular e da Juventude por Direitos e Liberdades Democráticas fará evento on-line, das 14h às 16h.

 

Esse texto foi elaborado pela Seção Sindical do ANDES-SN na UFRGS, com a colaboração da ADUFPEL, da APROFURG, da SEDUFSM, da SESUNIPAMPA e do SINDOIF.

 

 
 
NOTA PÚBLICA DA FRENTE POPULAR / Rio Grande – RS.
A CRISE HUMANITÁRIA EM NOSSA CIDADE
 
Rio Grande-RS vive um verdadeiro caos na saúde pública! Desde o dia 1º de janeiro de 2021 até o presente momento, já perdemos 135 vidas. Atualmente, de acordo com o Boletim Diário da Vigilância em Saúde – PMRG, somam-se mais de 12 mil rio-grandinos contaminados pela COVID-19. Neste ritmo acelerado, poderemos perder até final do ano, aproximadamente, 1.000 (um mil) vidas.
No entanto, as entidades empresariais, CDL, Câmara do Comércio e outras, que atuaram politicamente ao longo de 2020, utilizaram-se de um falso conflito e de um raso discurso: VIDA X ECONOMIA! Obviamente, a VIDA não comporta nenhuma outra comparação. Não há economia sem vida. Essas entidades tomaram o poder, apoiaram e elegeram o Seu Prefeito e, neste momento, mostram-se incompetentes e omissas no combate à maior crise humanitária da história recente no planeta. Além de não construírem ações efetivas de combate ao vírus, também não viabilizam o retorno seguro das atividades econômicas.
Desde o começo da pandemia, a FBP sempre denunciou que a política defendida pelas entidades empresariais levaria à situação de caos em que nos encontramos. Infelizmente, a conta está sendo paga com a vida dos trabalhadores e trabalhadoras que tombam dia após dia, causando traumas insanáveis. Sem mencionar, além disso tudo, os inúmeros casos de sequelas causadas pela doença.
O Hospital Universitário - HU, Santa Casa e UPA’S estão lotados de pacientes positivados para a COVID-19. Vidas se perdem por ausência de leitos disponíveis em UTI destinados ao cuidado de pacientes com síndromes respiratórias agudas graves derivadas da COVID-19 e/ou quaisquer outras doenças graves.
Em meio à toda crise, é preciso lembrar que o empresariado e suas entidades representativas fizeram carreatas, produziram manifestações públicas de aglomeração, insuflaram a população a se colocar em risco ao propagarem discursos que negam a gravidade da pandemia, potencializando o problema.
Registre-se, outrossim, que parte destes empresários, neste ano, assumiram o PODER DE GESTÃO DA SANTA CASA DO RIO GRANDE e, até o presente momento, nada de concreto realizaram. Os trabalhadores e trabalhadoras estão sem receber salário, faltam remédios, os leitos de UTI e de Enfermaria - tão criticados pelos mesmos - até agora não foram aumentados ou receberam uma melhor estrutura. Trata-se de uma verdadeira contradição: “faça o que eu digo, mas não faça o que faço”.
Em razão disso, cumpre questionar: onde estão os leitos de UTI? Onde está o dinheiro dos salários dos trabalhadores da Santa Casa?
Infelizmente, além de não resolverem o problema, nem pagarem os seus trabalhadores, estão tentando retirar servidores da área de saúde da Prefeitura, redirecionando-os para a Santa Casa.
O Prefeito, por sua vez, mostra-se omisso frente aos graves problemas da pandemia, uma vez que não assume a linha de frente no combate em prol da vida. Esconde-se atrás do Governador que, no passado, foi seu cabo eleitoral. Alia-se ao prefeito de Porto Alegre (MDB) que, por sua vez, é aliado do governo Bolsonaro, o qual negou a pandemia nos mais diversos níveis, desdenha do uso de máscaras, jamais atendeu aos apelos públicos das autoridades cientificas para o distanciamento social, fez propaganda e distribuiu o uso de medicamentos sem eficácia comprovadas e, principalmente, sabotou mais de uma vez a compra antecipada de vacinas. Um verdadeiro genocídio em nível nacional que se reflete em nossa cidade!
Em Rio Grande, não há um trabalho efetivo de combate à circulação do vírus, não há testes suficientes para população, não há investimentos para ampliação de leitos, não há uma política de distanciamento social efetiva que possibilite, inclusive, a sonhada retomada da atividade econômica com segurança. Nem sequer a vacinação está organizada em nossa cidade. Não há um plano municipal de vacinação claro e efetivo. Falta transparência! As pessoas com idade avançada esperam horas e horas pela sonhada vacina, sem o mínimo de dignidade e distanciamento adequado, colocando em risco, mais uma vez, a própria saúde. Rio Grande já recebeu mais de 48 mil doses de vacinas, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (https://vacina.saude.rs.gov.br/), no entanto não consegue fazer as vacinas chegarem ao povo.
Além disso, urge um posicionamento do governo municipal frente às prescrições medicamentosas sem comprovação científica para o tratamento da COVID-19. Repudiamos a manifestação falaciosa de um suplente de vereador, na Câmara de Vereadores, de possíveis benefícios e incentivando ao “tratamento preventivo/precoce”. Já há registros científicos de hepatite medicamentosa como consequência do tratamento precoce com ivermectina, o que levou o laboratório que produz o medicamento a emitir uma nota desorientando o uso para o tratamento da COVID-19. A cloroquina, outro exemplo, foi banida nos hospitais norte-americanos, na metade do ano passado. Não existe, até o momento, outra forma de prevenção da COVID-19 a não ser pela vacinação, pelo isolamento social, pelo uso de máscaras com distanciamento social e higienização frequente das mãos, como também, não há tratamento específico para essa doença. Sabe-se que a pluralidade de orientações- que desconsideram a ciência- vem causando a prevenção inadequada da população e potencializando o risco da transmissão do coronavírus, a automedicação e, consequentemente, o agravamento de outras doenças.
Ademais, lembramos que a Câmara de Vereadores já aprovou o recurso de R$ 1 milhão para compra de vacinas, porém até o presente momento nada aconteceu. A cada dia o atraso e lentidão na vacinação resultam em mais vidas perdidas e na possibilidade de maior resistência do vírus circulante.
Ainda pior, no meio da pandemia, vivenciamos o descaso com os trabalhadores e trabalhadoras no recente episódio da “Greve dos Rodoviários”. O Prefeito além não resolver o grave problema que afeta a toda população, exige o fim do acampamento dos trabalhadores em greve sob o argumento de “aglomeração”. No entanto, em relação aos servidores públicos, o executivo municipal determinou o retorno às atividades presenciais em repartições, potenciais espaços de contaminação do coronavírus, podendo resultar em mortes. Preocupa-nos, e muito, os já noticiados falecimentos de servidores da Secretaria Especial do Cassino.
Basta!
A Frente Brasil Popular, em nome da vida do povo rio-grandino, exige a imediata tomada de providências para virarmos o jogo contra a pandemia. Chega de mortes! Chega de omissão! Basta de proteção aos mais ricos da cidade!
Exigimos a imediata ampliação da vacinação, mais rápida e eficiente: TODOS VACINADOS ATÉ JUNHO! Exigimos o imediato investimentos na rede de Saúde Pública com a necessária ampliação de leitos intensivos e semi-intensivos, aliado ao fortalecimento do SUS. Exigimos uma política sanitária eficiente de distanciamento social, sem causar graves prejuízos econômicos, mas que priorize a vida. Exigimos a solução para a Greve dos Rodoviários, com o pagamento dos salários e a manutenção dos postos de trabalho em uma nova empresa, conforme determinação do Ministério Público/RS. Exigimos a adoção de todas as medidas sanitárias necessárias para evitar a morte de servidores públicos municipais em suas secretarias e repartições.
 
 
Rio Grande, abril de 2021.
FRENTE BRASIL POPULAR – RIO GRANDE
 
 
 
 
Assinam esta nota:
CUT REGIONAL LITORAL SUL
CTB – CENTRAL DOS TRABALHADORES DO BRASIL
CNTE – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO
APROFURG
APTAFURG
SINDIAGUA
SEEB RG - SINDICATO DOS BANCÁRIOS
SINPRO-RG
SINTERG – SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO RIO GRANDE
6º NÚCLEO DO CPERS/SINDICATO
SENERGISUL – SINDICATO DOS ELETRICITÁRIOS DO RS
SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE RIO GRANDE
SINDIRECEITA - ANALISTAS TRIBUTÁRIOS DE RG
SINDICATOS DOS TAXISTAS E TRANSPORTADORES DE PASSAGEIROS E BENS DE RIO GRANDE
SINDICATO DOS TRABALHADORES PORTUÁRIOS DO RIO GRANDE
SINDICATO DO TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS COOPERATIVAS AGROINDÚSTRIAS DA ALIMENTAÇÃO DE RIO GRANDE
PCB
PCdoB
PSOL
PT
ADEFERS – ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS EM DEFESA DAS ESTATAIS E DO PATRIMÔNIO PÚBLICO DO RS
AFCEEE -
ALGBT-RG
ANEPS – ARTICULAÇÃO NACIONAL DE MOVIMENTOS E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE
FONSAMPOTMA - FÓRUM NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL DOS POVOS TRADICIONAIS DE MATRIZ AFRICANA
MNLM - MOVIMENTO NACIONAL DE LUTA PELA MORADIA
MOPS/RG - MOVIMENTO POPULAR DE SAÚDE
UJS - UNIÃO JUVENTUDE SOCIALISTA
JPT - JUVENTUDE DO PT
COLETIVO KIZOMBA
GRÊMIO ESTUDANTIL AUGUSTO DUPRAT
GREMIO ESTUDANTIL DO JUVENAL MILLER
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