A Comissão da Verdade da APROFURG - Seção Sindical do ANDES-SN, juntamente com o Curso de Arqueologia e com a professora Dr. Beatriz Thiesen, deu início no dia 21 de outubro a intervenção "Vestígios de uma ausência: uma arqueologia da repressão". O projeto consiste em um espaço que está montado dentro do Centro de Convivência da FURG (CC), no campus carreiros da universidade e pode ser visitado até a próxima sexta-feira, 25 de outubro.

A ideia é demonstrar para aqueles que não vivenciaram o período da ditadura, parte de como aconteciam os atos na época. Pensando nisso, dentro do espaço é possível ouvir, visualizar e sentir a sensação repassada através de cada detalhe destacado no ambiente. Segundo o presidente da APROFURG, Cristiano Engelke o objetivo da comissão da verdade é trazer à tona os fatos que ficaram escondidos, nesse período recente da nossa história.

A aluna e bolsista do curso de Arqueologia da FURG, Eduarda Rafaella Rippel explica de onde nasceu a ideia do projeto. “A instalação nasceu no ano de 2014, com o intuito de fazer frente à uma juventude que vem e expressa um saudosismo de uma ditadura que não viveu. Quando nós sentimos esses ares e tivemos essa percepção, nos sentimos na obrigação enquanto curso de arqueologia e as questões de materialidade, de trazer o sentimento da época de forma palpável, através de sons, imagens e observações”, explicou.

Já para a professora Beatriz Thiesen, os espaços da intervenção reproduzem de maneira mais vívida as experiências para as pessoas que circulam pelo local. “É  impressionante como tudo passa, como tudo se esquece e a gente precisa gritar tão forte, por uma coisa que parece que foi ontem. Pessoas que sofreram neste período ainda estão aqui”, explicou Beatriz. A professora ainda destacou que a memória da ditadura precisa ser lembrada e jamais pode ser esquecida.

 

 

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Em uma sociedade marcada pela exploração do trabalho pelo capital é muito importante a organização da classe trabalhadora, sendo os sindicatos organizações responsáveis por essa construção coletiva. Por isso, muitas vezes, estes são perseguidos e criminalizados. Na atual conjuntura, com o avanço do neoliberalismo e da extrema direita, aumenta essa perseguição e a perda dos direitos da classe trabalhadora, com isso, cresce a necessidade de uma atuação forte dos sindicatos.


O projeto gráfico e a diagramação são do Everton Cosme.
O roteiro e os desenhos são do Alisson Affonso.

 

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