EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ASSEMBLEIA AMPLIADA* - 02/10 - 16H
Ficam os *Docentes sindicalizados da Universidade Federal do Rio Grande - FURG e IFRS - Campus Rio Grande, professores e professoras, estudantes, técnicos e técnicas, terceirizados e terceirizadas, além da comunidade da FURG e IFRS convocados para a Assembleia Geral a ser realizada no dia 2 de outubro, quarta-feira, na sede da APROFURG, às 16h, em primeira convocação, e, 16h30min, em segunda convocação, com qualquer quorum.
PAUTA:
- Informes;
- Situação financeira atual da Universidade e IFRS;
- Análise da conjuntura;
- Próximas ações;
- Encaminhamentos.
O não comparecimento de vossa senhoria implicará no acatamento de todas as decisões tomadas na Assembleia.
Rio Grande, 27 de setembro de 2019.
Cristiano Ruiz Engelke
Presidente
APROFURG TERÁ NOVO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO A PARTIR DO DIA 1º DE OUTUBRO
A APROFURG - Seção Sindical do ANDES-SN ampliará o seu horário de atendimento a partir da próxima terça-feira, dia 1º de outubro. O sindicato vai ficar aberto das 8h às 22h, sem fechar ao meio-dia.
NOVO SITE DA APROFURG JÁ ESTÁ NO AR
Depois de quase um ano de projeto, durante assembleia geral da categoria docente, que ocorreu na manhã desta quarta-feira, dia 25 de setembro, foi oficialmente lançado o novo portal da APROFURG - Seção Sindical do ANDES-SN. Participaram do lançamento o responsável técnico do novo site, Newton Nyamasege, o jornalista do sindicato, Diego Balinhas e a estagiária de comunicação, Kaciele Henrique.
O novo portal é mais moderno, dinâmico e intuitivo, possibilitando a convergência de todas as mídias sociais do APROFURG, como o programa de rádio “Aprofurg em Pauta”, o jornal Pó de Giz e a revista “3 Marias”. Esta atualização também ganhou uma área que somente poderá ser acessada pelos sindicalizados e sindicalizadas. O novo espaço contém as atas de todas as assembleias, dos Grupos de Trabalho (GTs), além dos informes fiscais da APROFURG. Outra novidade é que a sindicalização dos professores e professoras ganhou mais agilidade, podendo ser realizada on-line, através do preenchimento de um formulário no próprio site.
Para o presidente da APROFURG, Cristiano Engelke a comunicação é algo fundamental. “Comunicação não é algo separado do funcionamento da APROFURG, não é separado da luta sindical, comunicação é parte do processo como um todo, então o site não é só uma ferramenta, ele muda a maneira como os sindicalizados e as sindicalizadas se aproximam ou não. Então a comunicação é algo fundamental, o acesso a informação é também uma das nossas prioridades”, disse Engelke.
Já para a vice-presidente da APROFURG, Marcia Umpierre, o lançamento do novo portal é apenas o começo do processo, que segue em constante construção. “Finalmente o site está pronto e provavelmente vão surgir algumas questões que vamos ir reorganizando, então mais do que nunca é importante que cada um e que cada uma visite o site e informe suas dúvidas, podendo mandar e-mail para a secretaria, através do Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para nossa imprensa, no endereço Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com sugestões de melhoria”, finalizou Marcia.
O novo site já está em funcionamento no mesmo link do nosso antigo portal, no endereço www.aprofurg.org.br
APROFURG APROVA GREVE DE 48 HORAS EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA
Foi aprovada na manhã de ontem, por unanimidade, na Assembleia Geral da Aprofurg - Seção Sindical do ANDES-SN a Greve de 48 horas em defesa da educação pública, nos próximos dias 2 e 3 de outubro.
MEC propõe cartilha contra manifestações político-partidárias nas universidades

Entidades representativas de segmentos da UFSM falam de material em elaboração pelo governo
Representações dos segmentos veem tentativa de censura a manifestações com iniciativa do governo
O Ministério da Educação (MEC) pretende criar uma cartilha de “boas práticas” contra manifestações político-partidárias nas universidades e outras instituições federais de ensino. De acordo com o MEC, o intuito do material é orientar “cidadãos, servidores e gestores” sobre a conduta adequada para evitar “possíveis ilícitos que envolvam os movimentos político-partidários nas instituições públicas de ensino da esfera federal”.
A nova cartilha, que está em fase de elaboração pelo MEC, foi descrita em um documento enviado ao Ministério Público Federal em 26 de julho. Neste comunicado, o governo afirmou que o material “será enviado a todas as unidades de ensino vinculadas ao Ministério da Educação”, como universidades e institutos federais de educação, e “também será disponibilizado no site” do MEC.
Para as entidades representativas dos segmentos da UFSM, a proposta de criação da cartilha é uma séria tentativa de coibir posturas críticas ao governo. Deram seus depoimentos à assessoria de imprensa da Sedufsm, representantes da seção sindical dos docentes, da Assufsm, e do DCE.
Semelhança com o ‘Escola Sem partido’
De acordo com Gihad Mohammad, diretor da Sedufsm, o projeto se assemelha ao que propunha o “Escola Sem Partido”, projeto que também trazia uma série de restrições a professores da educação básica. “É uma cartilha que tem como objetivo controlar e botar em prática aquilo que eles tentaram durante muitas vezes implementar por meio do Escola Sem Partido. O objetivo do governo é ideológico, é tentar controlar a diversidade de pensamento, a crítica e induzir nos seus seguidores uma maior ação em cima das pessoas que fazem a crítica ao governo Bolsonaro e ao atual ministro da educação”, afirmou Gihad.
Força bruta x legislação
Para a técnico-administrativa e diretora da Assufsm, Natália San Martin, a proposta de cartilha expressa uma nova forma do governo para repreender manifestações críticas. “Antes era usada a força bruta, com armas, hoje fazem isso de outra maneira: com decretos, com a legislação e com informativos para enganar a sociedade, porque eles perceberam como fazer isso”, coloca Natália.
Autoritarismo
A estudante de Serviço Social e coordenadora do Diretório Central de Estudantes (DCE), Laura Schutz, também fala sobre o caráter autoritário da cartilha. “A intenção do governo é justamente fazer com que essas pessoas não possam se opor ao atual governo, esse mesmo que vem causando muitos desmontes no país, que visa acabar com vários direitos (e já acabou), mas, principalmente, que não tenhamos uma posição. Além do mais, ele tem medo. É medo do que a esquerda pode fazer e já vem fazendo. Ele sabe que é nas universidades que muitas das lutas estudantis ganham força, além de que várias pautas do país também ganham força nessas instituições”, afirma a estudante.
A cartilha segue em fase de elaboração e ainda não foi divulgada pelo MEC nenhuma data de lançamento.
Texto: Lucas Reinerh (estagiário de jornalismo)
Foto: Arquivo/Sedufsm
Edição: Fritz R. Nunes (Sedufsm)
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NOTÍCIAS DO SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR