O Grupo de Política de Formação Sindical (GTPFS) da APROFURG - Seção Sindical do ANDES-SN convida a para uma reunião a ser realizada no dia 10 de outubro, às 15h, na Sede da APROFURG.


PAUTA:

- ORGANIZAÇÃO GTPFS

- PARTICIPAÇÃO NA REUNIÃO NACIONAL DIAS 1° E 2 DE NOVEMBRO EM BRASÍLIA

 

A Aprofurg - Seção Sindical do ANDES-SN convida todos e todas para a reunião conjunta do Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) - GT Carreira, dia 10 de Outubro, às 16h, na sede do sindicato!

 

PAUTA:

a) PARTICIPAÇÃO DA APROFURG NO VII ENCONTRO NACIONAL DE SAÚDE DO(A) TRABALHOR(A) DOCENTE EM 25 E 26 DE OUTUBRO E REUNIÃO DO GTSSA NO DIA 27, EM CAMPINA GRANDE (PB);

b )CONTRIBUIÇÃO PARA NOVA PROPOSTA DE ESTÁGIO PROBATÓRIO DA FURG.

 

NOTA DA DIRETORIA DO ANDES-SN DE REPÚDIO ÀS DECLARAÇÕES DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO ATACANDO DOCENTES DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS 

Ontem, dia 26 de setembro de 2019, dirigindo-se para o público do 21o Fórum Nacional de Educação Superior Particular, o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, desferiu mais um ataque contra o(a)s docentes do ensino superior e seu trabalho, ao mesmo tempo que defendeu explicitamente sua agenda privatizante. 

Com sua característica impolidez e sem apresentar qualquer fonte para fundamentar impropérios contra a educação pública, o ministro afirmou que o principal problema do MEC é “gastar uma fortuna com um grupo pequeno de pessoas” e prometeu atacar o(a)s docentes de Universidades Federais: “tenho que ir atrás da zebra mais gorda, que está na universidade federal trabalhando em regime de dedicação exclusiva para dar só 8 horas de aula por semana e ganhar R$15 mil, R$20 mil”. 

Ao mesmo tempo, o ministro prometeu reduzir a fiscalização e facilitar a abertura de novos cursos e/ou faculdades privadas e manifestou que pretende transferir verbas públicas para o setor privado: “Preciso do suporte das bases e das bancadas dos senhores para passar o Future-se e, assim, ter verbas para financiar o ensino privado”. 

As afirmações do ministro são equivocadas e demonstram o seu desconhecimento sobre a natureza da atividade docente ou má-fé. O(A)s docentes das instituições de ensino superior públicas dedicam muito mais que 8 horas/aula por semana, sendo que suas atividades profissionais vão muito além do trabalho em sala de aula na graduação e pós-graduação. O(A)s docentes planejam suas aulas; orientam estudantes; corrigem provas e trabalhos; escrevem projetos, livros, artigos e relatórios técnicos, com base em suas pesquisas científicas; avaliam e realizam trabalhos de pesquisa e extensão; participam de bancas de qualificação e defesa de monografias, dissertações e teses; se envolvem em atividades de gestão e de representação da universidade em diferentes espaços de interesse da sociedade, como por exemplo nos Conselhos de educação, saúde, ética em pesquisa; entre outras funções. Tudo isso gera uma sobrecarga enorme de trabalho para a categoria docente, cada vez mais adoecida por conta das péssimas condições de trabalho e dos desgastes físico e mental decorrentes de uma extenuante jornada de trabalho. 

 

As declarações sobre os salários do(a)s docentes de universidades federais não são fundamentadas em qualquer estudo sério sobre a composição salarial da categoria e apenas funcionam como uma desqualificação geral que pretende colocar o conjunto da população contra a universidade pública.

 As manifestações de Weintraub se fundamentam unicamente nas diretrizes do Capital para a educação. Ao afirmar que o Estado gasta muito com pouco(a)s professore(a)s, ou ainda, ao fazer um chamado para que o(a)s empresário(a)s da educação apoiem o Future-se, Weintraub apenas repete diretrizes apresentadas pelo Banco Mundial em seu documento “Um Ajuste Justo”. Isso reforça que o MEC, sob a sua direção, apenas repetirá receitas prontas produzidas por organismos internacionais do mercado. 

O ANDES-SN repudia veementemente as declarações do ministro da educação e reafirma sua defesa da educação pública, gratuita, laica, de qualidade e socialmente referenciada. Destacamos que essas declarações revelam seu compromisso com o mercado e com os empresários da educação – as verdadeiras zebras que estão se esbaldando com as fartas possibilidades de apropriação privada do fundo público, criadas pela agenda ultraliberal do governo Bolsonaro. 

Contra a destruição da educação pública e gratuita e a desvalorização do trabalho docente, chamamos todas e todos a se mobilizarem na Greve Nacional de 48h da Educação, nos dias 02 e 03 de outubro. Somente a nossa resistência organizada e em unidade com entidades e movimentos que defendem a educação pública e gratuita, poderá evitar que Weintraub e Bolsonaro retirem mais um direito do povo brasileiro. 

Contra o bloqueio do orçamento da educação! Em defesa do trabalho docente! Não ao Future-se! Construir a greve nacional da educação de 02 e 03 de outubro! 

Brasília (DF), 27 de setembro de 2019 

Diretoria Nacional do ANDES-SN 

 

Categoria decidiu por unanimidade a adesão na greve nacional da educação, que vai ocorrer nos próximos dias 2 e 3 outubro

 

Em assembleia geral realizada pela APROFURG - Seção Sindical do ANDES-SN, no último dia 25 de setembro, os professores e as professoras da FURG e do IFRS - Campus Rio Grande decidiram, por unanimidade, aderir à  Greve Nacional da Educação - 48h de LUTA, que vai ocorrer nos dias 2 e 3 de outubro. Entre as principais pautas de reivindicação estão os cortes de verba nas universidades públicas, Institutos Federais e CEFET, além do projeto “FUTURE-SE”, que entre outras questões pretende colocar uma Organização Social (OS) para realizar a gestão das instituições de ensino.

A vice-presidente do sindicato, Marcia Umpierre reitera a importância da luta para enfrentar este momento delicado do nosso país. “É preciso dizer não aos cortes de verbas para a educação pública e para o projeto da contrarreforma da educação, denominado FUTURE-SE. Nós temos é que dizer sim para a defesa intransigente da educação e pública, gratuita, laica, de qualidade e socialmente referenciada”, explicou.

Os trabalhadores e as trabalhadoras têm sofrido sucessivos ataques com a ampliação da retirada de direitos, em especial no que se refere a destruição da legislação trabalhista, além da redução do investimento na saúde, na educação e o aumento do desemprego e do emprego informal. 

Já para o presidente da APROFURG, Cristiano Engelke a greve dos dias 2 e 3 de outubro é uma oportunidade para defender, mais do que nunca, a universidade pública. “Esses dois dias representam uma oportunidade para nos encontrarmos e defendermos as nossas lutas. A greve é uma escolha política e um posicionamento claro contra o atual governo que quer acabar com a universidade, com o dinheiro, com as bolsas, além de entregar toda a estrutura para a iniciativa privada e para o mercado”, comentou Engelke.



APTAFURG

O sindicato de técnicos e técnicas em Educação da FURG, a APTAFURG vai realizar uma assembleia geral, na próxima quarta-feira, dia 02 de outubro para aderir ou não à greve geral de 48h da educação. O encontro está marcado para acontecer a partir das 8h30min no auditório da APROFURG, localizado no campus carreiros da Universidade.

Para o coordenador geral da APTAFURG, Celso Carvalho a unidade é essencial para o processo de enfrentamento. “O ataque é geral e contra as instituições federais do ensino superior. Portanto é necessário que a gente se junte e se unifique em torno desta defesa, pois só a partir desta unificação é que a sociedade vai passar a entender a pauta e defender a educação pública e gratuita”, disse Carvalho.



PROGRAMAÇÃO

 

A programação é intensa e extensa. Ontem, no último dia de setembro, as atividades já começaram. Na parte da manhã, uma tenda de mobilizações foi montada no Centro de Convivências (CC) do campus carreiros da FURG. Já à tarde, uma oficina de lambe e cartaz também foi ministrada no espaço. E, no turno da noite, ocorreu um aulão no auditório da Psicologia.

 

Já para o dia de hoje, 1º de outubro, está previsto mais um aulão sobre a conjuntura da educação pública, no prédio das Artes, às 13h30min. E no final da tarde, às 18h50min, a conjuntura vai ser a pauta de mais um encontro no Pavilhão 6, do campus carreiros.

 

O dia 02 de outubro conta com duas grandes atividades. Na parte da manhã, a partir das 10h, um aulão sobre democracia, fascismo e universidade vai ocorrer no CC. Já a partir das 16h, no Espaço APROFURG, os professores e professoras, estudantes, técnicos e técnicas, terceirizados e terceirizadas, além da comunidade da FURG e IFRS vão participar de uma Assembleia Ampliada. Entre as pautas, a situação financeira atual da FURG e do IFRS e uma análise de conjuntura.

 

Na quinta-feira, dia 03 de outubro, uma concentração será realizada a partir das 16h no Largo Dr. Pio. O ato em defesa da educação está previsto para começar às 18h.



RESUMO PROGRAMAÇÃO

 

01/10 - TERÇA-FEIRA

13h30min - Aulão sobre a conjuntura da educação pública (Prédio das Artes)

18h50min - Aulão sobre a conjuntura (Pavilhão 6)

 

02/10 - QUARTA-FEIRA

10h - Aulão Democracia, Fascismo e Universidade (Centro de Convivência)

16h - Assembleia Ampliada (Espaço APROFURG)

 

03/10 - QUINTA-FEIRA

16h - Concentração (Largo Dr.Pio)

18h - Ato em defesa da educação (Largo Dr.Pio)

 

NOTA DE CONVOCAÇÃO DA EDUCAÇÃO
Greve de 48h nos dias 02 e 03 de outubro de 2019!

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